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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

E se, o Sul do Brasil fosse finalmente declarado independente.

Desde 19 de junho de 1992, a 23 anos atrás o movimento "O Sul É o Meu País" vem tentando separar a região sul do restante do Brasil, se baseando no conceito de autodeterminação dos povos sulistas.


Pensando nisso, a equipe do Footnager resolver imaginar como seria se caso a Região Sul finalmente conseguisse tal fato. Assim como fizemos com a Região da Catalunha na Espanha. Para realizar tal fato utilizamos o jogo Football Manager 16. Então confira como ficaria o futebol no novo pais. 

O Novo Pais.
Tomando como base a organização "O Sul É o Meu País", a capital do novo pais seria Curitiba, além do pais ser o segundo a falar majoritariamente o idioma Português na América Latina. O Pais corresponde a uma área de 576.774,31 km² além de possuir 29.016.114 habitantes.

A Primeira Liga. 
No sistema de pontos corridos a Primeira divisão contem os 18 melhores clubes no antigo Campeonato Brasileiro, ou seja, aqueles que estavam na divisões mais elevadas do torneio.

Em cada turno, todos os times jogam entre si uma única vez. Os jogos do segundo turno serão realizados na mesma ordem do primeiro, apenas com o mando de campo invertido. Não há campeões por turnos, sendo declarado campeão o time que obtiver o maior número de pontos após as 36 rodadas. Os dois primeiros colocados garantem vaga na Copa Libertadores da América, os quatro melhores posteriormente garante vaga na Copa Sul-Americana e os três últimos serão rebaixados para a Segunda Liga do ano seguinte. Caso o torneio fosse realizado em 2016 os 18 participantes seriam esses aqui.

A Segunda Liga.
No sistema de pontos corridos a Segunda divisão contem os 22 melhores clubes no antigo futebol Brasileiro, ou seja, aqueles que estavam na divisões mais elevadas dos torneios Estaduais.

Em cada turno, todos os times jogam entre si uma única vez. Os jogos do segundo turno serão realizados na mesma ordem do primeiro, apenas com o mando de campo invertido. Não há campeões por turnos, sendo declarado campeão o time que obtiver o maior número de pontos após as 42 rodadas. Os três primeiros colocados garantem vaga na Primeira Liga e os quatro últimos serão rebaixados para a Terceira Liga do ano seguinte. Caso o torneio fosse realizado em 2016 os 22 participantes seriam:

A Terceira Liga. 
No sistema de grupos e depois mata mata, a terceira divisão contem todos os outros clubes do futebol sulista que não participam das divisões acima, o torneio é regionalizado até as ultimas fases, no qual os 4 melhores colocados sobem para a segunda liga.

A Copa Nacional. 
No sistema de mata a mata em jogos de ida e volta, é a competição que garante mais jogos para as equipes pequenas contra os grandes, além de premiar o campeão com um vaga na Copa Libertadores da América.

Em casa fase da Copa, novos clubes vão entrando na competição, seguindo a ordem das divisões do país. Abaixo está o esquema:

Primeira fase: Clubes que participam da Terceira Liga.     
Segunda fase: Classificados da fase anterior mais os clubes da Segunda Liga.
Terceira fase: Classificados da fase anterior mais os clubes da Primeira Liga.    

Curiosidades.
Como utilizamos o jogo Football Manager 2016 para fazer essa simulação, deu pra anotar algumas curiosidades do que poderia acontecer caso essa separação um dia acontecer. 

Primeira Liga de 2016 - Internacional(1º) Grêmio(2º) e Paraná(3º)Copa Nacional de 2016 - Operário Ferroviário (1º) e Figueirense(2º)

Primeira Liga de 2017 - Grêmio(1º) Atlético PR(2º) e Internacional(3º)
Copa Nacional de 2017 - Grêmio(1º) e Atlético PR(2º)

Primeira Liga de 2018 - Atlético PR(1º) Grêmio(2º) e Internacional(3º)
Copa Nacional de 2018 - Atlético PR(1º) e Grêmio(2º)

Copa Libertadores de 2019 - Internacional(1º) e River Plate(2º)
Primeira Liga de 2019 - Internacional(1º) Grêmio(2º) e Coritiba(3º)
Copa Nacional de 2019 - Internacional(1º) e Paraná(2º)

Primeira Liga de 2020 - Internacional(1º) Coritiba(2º) e Criciúma(3º)
Copa Nacional de 2020 - Criciúma (1º) e Grêmio(2º)
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domingo, 7 de fevereiro de 2016

As 17 promessas do mundo em 2007.

Em novembro de 2007, a tradicional revista inglesa World Soccer estampava em sua capa os 50 jovens mais promissores e talentosos do mundo. Era um exercício válido de previsão do futuro. De uns tempos para cá, essa prática é mais comum – até tendo em vista a maior atenção com as categorias de base.



Naquela edição, podíamos observar talentos do quilate dos argentinos Ángel Di María e Sergio Agüero. Do mesmo lado da turma, lá estavam o badalado nigeriano Rabul Ibrahim e o artilheiro ganês Sadick Adams.

De “novo Ronaldinho Gaúcho” ao “craque foquinha”, a publicação é recheada de grandes personagens. Como toda aposta, alguns vingaram. E muito. Outros não tiveram a mesma sorte e hoje tentam se estabelecer no futebol profissional. 

Graças a equipe do Footnager, podemos relembrar 17 nomes entre os 50 da da revista. A colocação dos jogadores vai te surpreender.


Sadick Adams – 01/01/1990 – Gana – Atacante.
Onde jogava: Ashanti (Gana)
Onde está: Barakum Chelsea (Gana)

Dotado de um chute potente, Sadick Adams deixou os brasileiros em pânico no Mundial Sub-17 de 2007. Baixinho habilidoso, era dele a incumbência de liderar o ataque ganês – chegou às semifinais do torneio. Logo após a competição, transferiu-se ao Atlético de Madrid, mas nem mesmo seus gols o seguraram na equipe B.

Quem sabe na Espanha tivesse desenvolvido seu potencial. Depois disso, ainda passou pelo Vojvodina, Étoile Sportive du Sahel e alguns clubes árabes até retornar ao seu país de origem. Busca seguir ao menos como profissional na liga local. O talento parece ter ficado escasso. 


Ismael Aissati – 16/08/1988 – Holanda – Meio-campista.
Onde jogava: PSV (Holanda)
Onde está: Terek Grozny (Rússia)

A grande esperança do futebol holandês na metade da década passada, Aissati prometia demais. Meio-campista de ótima qualidade no passe, controle de bola e excelente finalização, era dele a função de comandar o setor no PSV e na seleção holandesa. Debutou no clube com apenas 17 anos. Com a Holanda, fez parte dos onze melhores do Europeu Sub-21 de 2006, quando tinha apenas 18 anos.

Apesar do talento, não chegou a emplacar uma grande sequência. De mais jovem holandês a estrear pela Liga dos Campeões, o jogador agora se encontra estabilizado no distante Terek Grozny, da Rússia. Está elegível para jogar na seleção de Marrocos.


Alexandre Pato – 09/09/1989 – Atacante – Brasil.
Onde jogava: Milan (Itália)
Onde está: Chelsea (Inglaterra)

Em dezembro de 2006, Alexandre Pato chocou o Brasil. Em partida diante do Palmeiras, pela última rodada do Campeonato Brasileiro, marcou um gol e deu duas assistências. À época, tinha apenas 17 anos. Pouco tempo depois, consagrava-se campeão mundial pelo Colorado.

Não havia como pensar melhor começo de carreira. Logo, despertou a atenção do Milan. Porém, com o tempo, foi sucumbindo diante das lesões e outros problemas inexplicáveis. O talento ainda era visível, mas não capaz de colocá-lo no topo do futebol mundial. Atualmente, aos 26 anos, tentará recomeço com o Chelsea. Será que ainda consegue voos maiores?


Anderson – 13/04/1988 – Brasil – Meio-campista.
Onde Jogava: Manchester United (Inglaterra)
Onde está: Internacional (Brasil)

Anderson é daquelas casos inexplicáveis do futebol. Um dos maiores talentos surgidos no cenário nacional recentemente, brilhou em 2005, com apenas 17 anos. No Grêmio, foi protagonista na lendária “Batalha dos Aflitos”. Na seleção brasileira, foi um dos melhores do Sul-Americano e Mundial Sub-17. Habilidoso, técnico e decisivo. Não tinha como não ser um dos melhores do mundo. Ou tinha?

Após ótima passagem pelo Porto e início arrasador no Manchester United, Anderson caiu de produção. De um atacante habilidoso, virou um volante comum. Em 2015, depois de quase uma década na Europa, voltou ao futebol brasileiro. O clube? O eterno rival do Grêmio, Internacional. Ainda com 27 anos, busca voltar a brilhar no futebol.


Giovani dos Santos – 11/05/1989 – México – Meio-campista.
Onde jogava: Barcelona (Espanha)
Onde está: Los Angeles Galaxy (Estados Unidos)

Ao observar o espaço dado pela publicação – e também pelo “hype” à época de Barcelona – é fácil perceber que Giovani dos Santos era a grande promessa do mundo em 2007. Aos 18 anos, ainda recolhia os elogios das grandes atuações pela base do Barça. Em 2007, um ano após o seu debute (2006), Giovani era tratado com carinho para ser o sucessor de Ronaldinho Gaúcho.

Talvez abaixo somente de Messi em prestígio, a semelhança física com o craque brasileiro ajudou nas comparações exageradas. E também nas críticas. Sem uma sequência de jogos, foi vendido ao Tottenham, em 2008. Depois disso, vários empréstimos, com lampejos de craque – principalmente pela seleção mexicana.

É justamente pelo México que continua em bom nível. Em clube, chegou ao Los Angeles Galaxy no último ano, com um dos maiores salários da MLS. Por mais que não tenha sido o que prometia, Giovani fez uma carreira sólida, com lances beirando a genialidade.


Gareth Bale – 16/07/1989 – País de Galês – Atacante.
Onde jogava: Tottenham (Inglaterra)
Onde está: Real Madrid (Espanha)

Um dos grandes acertos da revista. Na época, com apenas 18 anos, Bale ainda era desconhecido do grande público. Porém, já era um dos ótimos valores do futebol britânico. Insinuante na lateral-esquerda, já demonstrava a predileção pelo ataque e os apoios pelo lado esquerdo.

O especialista da bola parada chegava ao Tottenham como grande promessa. E cumpriu. Em seis anos de clube, virou ídolo. Tornou-se o jogador mais caro do mundo, ao ser contratado pelo Real Madrid em 2013, por cerca de 100 milhões de euros. Atualmente, é titular do clube espanhol e lidera a seleção do País de Gales. Já é um dos grandes jogadores da história do país.


Sérgio Aguero – 02/06/1988 – Argentina – Atacante.
Onde jogava: Atlético de Madrid (Espanha)
Onde está: Manchester City (Inglaterra)

Em 2007, Aguero era experiente. Isso mesmo. Aos 19 anos, já era bicampeão Dub-20, pela Argentina. Além do que, já acumulava quase 50 gols, distribuídos por Atlético de Madrid e Independiente. E foi no clube argentino onde estreou aos 15 anos como profissional. Recorde em vigência até hoje.

O franzino atacante cresceu. Além de fisicamente, o futebol e a inteligência em campo fluíram. Hoje, é um dos grandes atacantes do mundo. Também ostenta mais de 120 gols pelo City. Ao lado de Messi, comanda o setor ofensivo da Argentina, por mais que não desempenhe o mesmo futebol que no clube.


Bojan Krkic – 28/08/1990 – Espanha – Atacante.
Onde jogava: Barcelona (Espanha)
Onde está: Stoke (Inglaterra)

O primeiro dos “novos Messi”, Bojan fez história na base do Barcelona. Dono de uma finalização impecável, drible rápido e técnica gigantesca, o clube espanhol estava esperando a joia ser totalmente formada.À época, com apenas 17 anos, já tinha estreado pela equipe.

Junto a Giovani dos Santos, era a esperança de um futuro vencedor. Chegou a marcar quase 1000 gols na base do Barcelona. Porém, a estrela nunca brilhou. Após sucessivos empréstimos, busca um lugar ao sol no Stoke. Camisa 10 dos ingleses, ainda demonstra qualidade apurada e técnica para ainda brilhar.


Ever Banega – 29/08/1988 – Argentina – Meio-campista.
Onde jogava: Boca Juniors (Argentina)
Onde está: Sevilla (Espanha)

Após os títulos da Libertadores e a era Riquelme, o Boca Juniors tinha em Banega a grande esperança para o meio-campo. Em 2007, com a saída de Gago para o Real Madrid, ele assumiu o posto de grande craque no meio dos tradicionais argentinos.

Campeão mundial pela seleção sub-20, chegou ao Valencia, logo depois, com status de craque. Apesar de nunca ter sido o que se esperava, tem seu espaço no mercado europeu. Muito importante no Sevilla bicampeão da Liga Europa, também tem vaga na seleção da Argentina atual.


Breno – 13/10/1989 – Brasil – Zagueiro.
Onde jogava: São Paulo (Brasil)
Onde está: São Paulo (Brasil)

Do distante Brasil, a Europa recebia notícias de um foguete. Assim podemos descrever o início de carreira de Breno. O excelente zagueiro teve em 2007 o seu auge. Com apenas 17 anos, foi vice-campeão da Copa São Paulo. Em dezembro, comemorava o título do Campeonato Brasileiro, como um dos melhores zagueiros da competição e revelação do torneio.

O Bayern de Munique não perdeu tempo. Com a contratação, esperava-se que Breno se destacasse ainda mais. Porém, a falta de adaptação à Alemanha frustrou a todos. Mais ainda: desencadeou problemas pessoais que chegaram ao ápice do zagueiro incendiar a própria casa e ser detido. Atualmente no São Paulo, busca o recomeço. E todos torcem para que volte aos bons tempos, em especial os de 2007.


Gerardo Bruna – 29/01/1991 – Argentina – Atacante.
Onde jogava: Liverpool (Inglaterra)
Onde está: Accrington Stanley (Inglaterra)

Um dos primeiros “novos Messi” da Argentina, Gerardo Bruna era a mais jovem promessa apontada pela revista World Soccer. Aos 16 anos, era a grande esperança do Liverpool – o clube inglês “buscou” o jogador no Real Madrid. A aposta era alta. E parecia certeira. Mas ele não obteve sucesso. São três gols marcados como profissional.

Canhoto, de ótima condução de bola e de grande potencial nas bolas paradas, tinha tudo para comprovar a fama. Porém, não conseguiu. Sem chances no Liverpool, rumou para o Blackpool. Mesmo ainda bem jovem à época, 20 anos, não desenvolveu o seu futebol. Atualmente, quatro anos mais velho, defende o Accrington, da quarta divisão – uma das quedas mais vertiginosas.


Ángel Di María – 14/02/1988 – Argentina – Atacante.
Onde jogava: Benfica (Portugal)
Onde está: PSG (França)

Discreto na seleção argentina campeã mundial sub-20 em 2007. Discreto no título da Liga dos Campeões em 2014 pelo Real Madrid. Di María sempre foi discreto. Porém, decisivo. E craque. Um dos grandes – e mais caros – jogadores da atualidade, ele já era peça importante no Benfica logo depois da sua chegada.

Técnico, habilidoso e rápido, é capaz de decidir partidas com poucos toques. Além de tudo, é jogador de grupo e tem muito senso de equipe. Na Argentina, tem 15 gols em 70 partidas. É um dos grandes jogadores da atual geração do futebol argentino.


Diego Buonanotte – 18/04/1988 – Argentina – Atacante.
Onde jogava: River Plate (Argentina)
Onde está: AEK (Grécia)

O baixinho era o grande produto da tradicional categoria de base do River Plate. Dono de muitos recursos e incrível habilidade, acabava com as defesas argentinas. Porém, Buonanotte não teve a sorte de encontrar o clube no seu período pleno. Foram cinco anos de altos e baixos.

Mesmo assim, foi ídolo da torcida, com 25 gols em 105 jogos. Em 2009, um acidente quase lhe custou a vida. Na Europa, teve passagem discreta pelo Málaga. Atualmente, aos 27 anos, faz ótima temporada pelo AEK, da Grécia. Ainda com a velocidade característica, é uma ameaça constante para os adversários.


Franco Di Santo – 07/04/1989 – Argentina – Atacante.
Onde jogava: Audax Italiano (Chile)
Onde está: Schalke 04 (Alemanha)

O que um jogador alto e que tinha como força o jogo aéreo poderiam lembrar Maradona? Pois é, Di Santo ganhou esse rótulo de forma surpreendente pela imprensa inglesa. Apesar dos pesares, o argentino demonstrava, aos 18 anos, maturidade incrível. Era o craque do Audax Italiano que fez ótimas campanhas no Chile.

Dono de boa finalização, velocidade acima da média e ótimo cabeceio, Di Santo parecia ser o centroavante quase perfeito. Porém, o encanto dos ingleses cessou quando chegou ao Chelsea, em 2008, e não demonstrou futebol. Apesar das poucas chances, os ingleses facilitaram a venda para o Wigan, dois anos depois. E foi lá que reencontrou os gols. Atualmente, joga pelo Schalke 04 – seu segundo clube na Alemanha.


Macauley Chrisantus – 20/08/1990 – Nigéria – Atacante.
Onde jogava: Abuja (Nigéria)
Onde está: AEK (Grécia)

Artilheiro, campeão e segundo melhor jogador do Mundial Sub-17 de 2007, Chrisantus era a esperança da Nigéria para o futuro. E para centroavante. Dono de uma força incomum e ótimo chute, despertava a atenção de vários clubes europeus. Matador nato, era dele a função de colocar a bola na rede.

O Hamburgo investiu no jogador, logo depois do Mundial Sub-17. Se no clube não vingou, foi no também alemão Karlsruher que viveu bom momento na carreira. Na Espanha, pelo Las Palmas, o auge: 20 gols em 67 partidas. Hoje, forma dupla de ataque com Buonanotte no AEK. Apesar dos gols, não chegou a integrar a seleção nigeriana principal e ser o grande centroavante deste país.


Karim Benzema – 17/12/1987 – Atacante – França.
Onde jogava: Lyon (França)
Onde está: Real Madrid (Espanha)

Benzema e a eterna discussão entre ser ótimo jogador ou craque. Atleta de técnica muito elevada, possui qualidades incomuns a muitos atacantes. Em 2007, já vivia com o rótulo de grande jogador do Lyon. E era vencedor. A fama de grande 9 corria o mundo. A semelhança com Ronaldo impressionava.

Talvez o futebol nunca tenha chegado ao próximo do atacante brasileiro, mas Benzema teve lampejos. A transferência para o Real Madrid, das mais caras da história do futebol francês, foi impactante. Há quase sete anos no clube espanhol, são mais de 300 partidas, com mais de 150 gols marcados.


Kermit Erasmus – 08/07/1990 – Atacante – África do Sul.
Onde jogava: Sundown United (África do Sul)
Onde está: Orlando Pirates (África do Sul)

Talentoso e cheio de desejos, Erasmus queria defender a África do Sul na Copa do Mundo de 2010. Não conseguiu. Aliás, sequer disputou uma competição dessas. A qualidade com a bola no pé impressionava e fez com que o Feyenoord o contratasse.

Porém, o único sucesso alcançado na Europa foi pelo Excelsior. Ao voltar para seu país de origem, firmou-se como um dos grandes atacantes dos campeonatos locais. Hoje, é ídolo do tradicional Orlando Pirates. Ainda um pouco jovem, tem chances de fazer boa história em seu país.
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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

E se, no Brasil tivesse um criterio para estrelas nos escudos?

No Brasil essas estrelas não têm um significado único. Os times as colocam nos uniformes pelos mais variados motivos. Quase sempre elas são usadas para lembrar grandes títulos conquistados como por exemplo os escudos do Corinthians, Internacional, Santos, mas também existem aquelas que marcam a data de fundação do clube e até mesmo as que prestam homenagens a atletas de outros esportes como o São Paulo e suas estrelas douradas. Para confundir ainda mais as coisas, alguns times colocam estrelas em seus uniformes num ano e no outro as retiram, sem dar maiores explicações ao torcedor. 



Essa falta de critérios que existe aqui é bem diferente do que ocorre na Itália, por exemplo. Lá, os times só podem exibir uma stella d’oro ("estrela dourada") acima dos escudos quando conquistam dez campeonatos nacionais - honra alcançada por apenas três clubes até hoje: Internazionale e Milan com uma estrela cada, e Juventus com três estrelas.

Já na Alemanha o critério é diferente após o 3º titulo, 5º titulo 10º titulo e 20º titulo são colocadas uma estrela. O Bayern de Munique é o maior campeão e possui 4 estrelas.

Mas e se no Brasil seguisse um critério parecido? Utilizando um critério parecido com o da Itália, no entanto com apenas 5 títulos pro estrela. Apenas Santos, Palmeiras, Corinthians, São Paulo e Flamengo teriam um estrela no escudo. Caso o criterio fosse o mesmo da Italia nenhum clube teria estrela.

Já seguindo o critério alemão, Santos, Palmeiras, Corinthians, São Paulo e Flamengo teriam 2 estrelas e Cruzeiro, Vasco, Fluminense e Internacional teriam apenas uma estrela.

Curiosidade Extra, nos escudos da Seleções Nacionais, as estrelas representam as conquistas da Copa do Mundo FIFA. Apenas com um diferenciado pra duas seleções, a Itália tem 4 estrelas e utiliza elas dentro do escudo ao invés do tradicional em cima dele. Já o Uruguai possui 4 estrelas referente a 2 Copa do Mundo e 2 Olimpíadas que na época da conquista foi a inspiração para a FIFA criar a competição.
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terça-feira, 6 de outubro de 2015

E se, os confrontos históricos definissem o Campeão Brasileiro de 2015?

O campeonato Brasileiro de 2015 vai chegando ao fim e dois candidatos ao títulos sobram, são eles Corinthians e Atlético Mineiro, o Timão até a postagem dessa matéria tem 5 pontos de vantagem contra o Atlético Mineiro.



Pensando ela área estatística podemos "descobrir" quem será o Campeão desse ano. Usamos o critérios de quem venceu mais jogos entre os clube envolvidos, contando apenas as partidas pelos Campeonatos Brasileiros em sua historia. Confira abaixo quem ganhara o campeonato.


RESULTADOS SIMULADOS

30ª rodada
Atlético Mineiro x Internacional = Internacional
Corinthians x Goiás = Corinthians 

31ª rodada
Sport x Atlético Mineiro = Atlético Mineiro
Atlético Paranaense x Corinthians = Empate

32ª rodada
Atlético Mineiro x Ponte Preta = Atlético Mineiro
Corinthians x Flamengo = Corinthians

33ª rodada
Atlético Mineiro x Corinthians = Corinthians

34ª rodada
Figueirense x Atlético Mineiro = Atlético Mineiro
Corinthians x Coritiba = Corinthians 

35ª rodada
São Paulo x Atlético Mineiro = São Paulo
Vasco da Gama x Corinthians = Empate
 
36ª rodada
Goiás x Atlético Mineiro = Atlético Mineiro
São Paulo x Corinthians = Empate

37ª rodada
Grêmio x Atlético Mineiro = Empate
Sport x Corinthians = Empate

38ª rodada
Atlético Mineiro x Chapecoense = Empate
Corinthians x Avaí = Empate


CLASSIFICAÇÃO FINAL



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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

E se, o Campeonato Brasileiro seguisse o calendario europeu?

Muito se discute sobre a possibilidade de adequar o calendário brasileiro ao europeu. Opiniões à parte, confira quais seriam os campeões brasileiros (desde o início da era dos pontos corridos) caso o futebol nacional seguisse o modelo utilizado pela maioria das ligas do planeta.



2003/2004 - Cruzeiro
Após não ter deixado pedra sobre pedra no Brasileirão de 2003, o Cruzeiro (comandado por Rivaldo) teria um pouco mais de dificuldades caso o modelo europeu fosse adotado. Ainda assim ficaria com o título, com 87 pontos ganhos. Três pontos atrás, o Santos terminaria na segunda colocação.

2004/2005 - Corinthians
O Campeonato Brasileiro de 2005 causaria ainda mais polêmica caso a competição fosse disputada com base no calendário europeu.

Embalado pelo excelente primeiro turno feito em 2004, o Peixe conquistaria o título mesmo após a boa ascensão corintiana na segunda parte da competição. No entanto, a descoberta do esquema de manipulação de resultados conhecido como “máfia do apito”, já em outubro de 2005 (pós o término do campeonato), faria com que 11 jogos apitados pelo arbitro Edilson Pereira de Carvalho fossem anulados e disputados novamente. Um desses jogos seria justamente a vitória do campeão Santos sobre o vice-campeão Corinthians, na reta final da temporada, por 4 a 2.

A decisão da justiça faria com que a partida fosse praticamente uma final de campeonato, já que uma vitória do Corinthians garantiria o título brasileiro ao clube, meses após o término do torneio.

Após estar vencendo por duas vezes e deixar o Corinthians empatar, um pênalti cometido por Zé Elias em Nilmar, colocaria a chance do título nos pés do meia Carlos Alberto. Na vida real, o jovem jogador converteu a cobrança para delírio da Fiel, e também da torcida santista, que invadiu o gramado após o meio-campo Giovanni chutar a bola na arquibancada, em protesto contra a atuação do árbtiro Cléber Abade. Nem as mais dramáticas tramas hollywoodianas seriam capazes de prever um final tão confuso, controverso e emocionante.

2005/2006 - Internacional

A disputa pelo título brasileiro da temporada 2005/2006 seria uma das mais emocionantes da história. Após liderar o primeiro turno, o Internacional perderia fôlego na última parte da competição e, por muito pouco, não cederia a liderança ao São Paulo. O Tricolor ficou apenas a um ponto de igualar o clube gaúcho, campeão com 75 pontos conquistados.

2006/2007 - São Paulo

O equilíbrio visto na edição anterior do Brasileirão não se repetiria na temporada 2006/2007. O ultra-eficiente São Paulo treinado por Muricy, conquistaria o título com 81 pontos, nada menos que 15 pontos à frente do Grêmio, segundo colocado. 

2007/2008 - Flamengo

Vice-campeão no ano anterior, o Grêmio bateria na trave também na temporada 07/08. Mesmo após impressionantes 41 pontos no segundo turno, a equipe gaúcha foi superada pelo Flamengo. O Rubro-negro se sagraria campeão brasileiro pela quinta vez ao alcançar 74 pontos, três a mais que o Tricolor Gaúcho.

2008/2009 - São Paulo

Mesmo após a demissão do técnico Muricy Ramalho no meio da competição, o São Paulo venceria o Campeonato Brasileiro 08/09 com uma boa vantagem (84 pontos). O vice-campeão foi o Palmeiras, que mesmo sendo a melhor equipe do segundo turno do campeonato, somou apenas 68 pontos no certame.

2009/2010 - Cruzeiro

Seis anos após conquistar o primeiro título brasileiro disputado no sistema de pontos corridos (e calendário europeu), o Cruzeiro seria novamente campeão na temporada 09/10. Com 71 pontos, a equipe mineira terminou apenas dois pontos acima do více-campeão Fluminense, que teve a mesma pontuação que o Internacional, mas somaria duas vitórias a mais que os gaúchos. O título viria após uma heróica vitória por 3 a 2 contra o Palmeiras, fora de casa, contando com a ajuda do Fluminense, que foi derrotado pelo Guarani por 2 a 1, no Brinco de Ouro.

2010/2011 - Corinthians

Outra edição bastante equilibrada do Brasileirão “europeu” teria sido a da temporada 10/11. Após um primeiro turno impecável, o Grêmio deixaria novamente a taça escapar, e desta vez, com requintes de crueldade. Líder absoluto do primeiro turno, com 43 pontos, o Tricolor faria um segundo turno muito abaixo do nível apresentado anteriormente e perderia o título. O Corinthians de Mano Menezes, em uma arrancada impressionante, soma 68 pontos, um a mais que o Grêmio, e conquistaria o título na última rodada, mesmo perdendo para o rival Palmeiras, por 2 a 1, em Presidente Prudente.

2011/2012 - Fluminense

28 anos após ser liderado por Washington, Assis e companhia, a bonança chegaria novamente às Laranjeiras, e com duas rodadas de antecedência. O time comandado por Abel Braga seria campeão no estádio Independência, ao empatar com o Cruzeiro por 1 a 1. O Galo ficaria com o vice, a sete pontos do Tricolor Carioca.

2012/2013 - Grêmio

Após três vice-campeonatos na era “europeia” do Brasileirão, era chegada a hora do Tricolor Gaúcho tirar do peito o grito de campeão. A campanha gremista foi constante do início ao fim da competição, com respeitáveis 34 pontos conquistados em cada turno. A segunda colocação ficaria com o Cruzeiro, time que somou 64 pontos.

2013/2014 - Cruzeiro

Arrasador. Só um adjetivo deste porte para descrever o Cruzeiro da temporada 13/14. Com nada menos que onze pontos a mais que o segundo colocado São Paulo, o clube mineiro escrevia seu nome na história ao se tornar o primeiro tricampeão brasileiro da era “europeia”.

2014/2015 - Corinthians

Mais arrasador ainda foi o Corinthians na temporada seguinte. Campeão do primeiro e segundo turno o Corinthians garantiu o tri da era europeia com facilidades.

Foram considerados do primeiro torneio da era de pontos corridos (2013) até a ultima edição completa antes deste post. A classificação de títulos ficou: 

TIME - TÍTULOS FICTÍCIOS (TÍTULOS REAIS)
Cruzeiro - 3 Títulos (3 Títulos)
Corinthians - 3 Títulos (
2 Títulos)
São Paulo - 2 Títulos
(3 Títulos)
Internacional - 1 Título (0 Títulos)
Flamengo - 1 Título (1 Título)
Fluminense - 1 Título (1 Título)
Grêmio - 1 Título (0 Títulos)
Santos - 0 Título (1 Título)
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